Leve Além...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Seminário: 9º ano V1, V2, V3 e V4 - 2º seminário de educação física para discussões diversificadas sobre os jovens.


Escola Estadual Luiz Viana Filho
Aluno:_______________________data:____/____/_____                                                      professor: ADSON MOREIRA DE SOUZA    -   DISCIPLINA: Educação física

2º seminário de educação física para discussões diversificadas sobre os jovens
Temas
·         ALCOOL E DROGAS:                                                                             OBS: Passível de mudanças.
O crack é uma realidade!
O álcool é a droga lícita mais consumida no mundo?
Objetivo:
1 - Definir o que são e o que representam na sociedade.
2 - Distinguir drogas lícitas e drogas ilícitas.
3 - Indicar possibilidades que levam os jovens a utilizarem essas drogas.
4 - Indicar as consequências sobre o corpo, sobre o comportamento e para o resto da vida.  

·       
·         COMPORTAMENTO: Bullying
      Objetivo:
1 - Origem
2 - História
3 - Identificar os principais motivos que levam aos jovens a se comportarem dessa forma.
4 – O que pode ser feito para evitar essa prática?
_ - Indicar o que é o Cyberbullying

·         SEXUALIDADE: Homofobia: Por quê?
   Objetivo:
1 - Definir o que é e o que representa na sociedade.
2 - Refletir sobre o porquê dessa prática.
3 - Mostrar o que a mídia fala e como ela fala desse assunto polêmico.

·    ABORTO E EUTANÁSIA: Até que ponto os seres humanos podem julgar o destino de outros seres humanos.
Objetivo:
1 - Indicar o conceito de aborto e eutanásia.
2 - Indicar como se dá essas práticas.
3 - Refletir sobre essas práticas na sociedade.
4 – Refletir sobre os Prós e Contras desses dois temas.    

·         POLÍTICA:
Voto secreto? Por quê?
Como a política interfere em nossas vidas?
Objetivo:
1 - Indicar quais as atribuições do deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente.
2 - Refletir sobre porque os políticos adotam o voto secreto em votações importantes.
3 - Mostrar o que eles podem fazer por sua cidade, principalmente nas áreas do esporte e do lazer.
4 - Indicar o que precisa ser feito para termos uma vida digna na localidade onde moramos.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Atividade de pesquisa 9º ano: Primeiros passos para fazer uma resenha Crítica


 COMO FAZER UMA RESENHA CRÍTICA

A resenha (ou resumo crítico) não é apenas um resumo informativo ou indicativo. A resenha pede um elemento importante de interpretação de texto. Por isso, antes de começar a escrever seu resumo crítico você deve se certificar de ter feito uma boa leitura do texto, identificando:

1. QUAL O TEMA TRATADO PELO AUTOR?
2. QUAL O PROBLEMA QUE ELE COLOCA?
3. QUAL A POSIÇÃO DEFENDIDA PELO AUTOR COM RELAÇÃO A ESTE PROBLEMA?
4. QUAIS OS ARGUMENTOS CENTRAIS E COMPLEMENTARES UTILIZADOS PELO AUTOR PARA DEFENDER SUA POSIÇÃO?

No entanto, para se fazer uma RESENHA CRÍTICA ainda falta “A CRÍTICA”, ou seja, A SUA ANÁLISE SOBRE O TEXTO. E o que é esta ANÁLISE? A análise é, em síntese, a capacidade de relacionar os elementos do texto lido com outros textos, autores e ideias sobre o tema em questão, contextualizando o texto que está sendo analisado. Para fazer a análise, portanto, certifique-se de ter:

- INFORMAÇÕES SOBRE O AUTOR, SUAS OUTRAS OBRAS E SUA RELAÇÃO COM OUTROS AUTORES;
- ELEMENTOS PARA CONTRIBUIR PARA UM DEBATE ACERCA DO TEMA EM QUESTÃO;
- CONDIÇÕES DE ESCREVER UM TEXTO COERENTE E COM ORGANICIDADE.

A partir daí você pode escrever um texto que, em linhas gerais, deve apresentar:

NOS PARÁGRAFOS INICIAIS, UMA INTRODUÇÃO À OBRA RESENHADA, APRESENTANDO:
- O ASSUNTO/ TEMA;
- O PROBLEMA ELABORADO PELO AUTOR;
- E A POSIÇÃO DO AUTOR DIANTE DESTE PROBLEMA.
 
NO DESENVOLVIMENTO, A APRESENTAÇÃO DO CONTEÚDO DA OBRA, ENFATIZANDO:
- AS IDÉIAS CENTRAIS DO TEXTO;
- OS ARGUMENTOS E IDÉIAS SECUNDÁRIAS.

POR FIM, UMA CONCLUSÃO APRESENTADO SUA CRÍTICA PESSOAL, OU SEJA:

- UMA AVALIAÇÃO DAS IDÉIAS DO AUTOR FRENTE A OUTROS TEXTOS E AUTORES;
- UMA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO TEXTO, QUANTO À SUA COERÊNCIA, VALIDADE, ORIGINALIDADE, PROFUNDIDADE, ALCANCE, ETC.
Seguindo as dicas apresentadas, certamente você fará uma ótima resenha. Então, bons estudos e mãos à obra!!!

OBS: Nunca se esqueça de conferir se sua resenha está de acordo com essas exigências:
Exigências de conteúdo

_ Toda resenha deve conter uma síntese, um resumo do texto resenhado, com a apresentação das principais ideias do autor;
_ Toda resenha deve conter uma análise aprofundada de pelo menos um ponto relevante do texto, escolhido pelo resenhista;
_ Toda resenha deve conter um julgamento do texto, feito a partir da análise empreendida no item acima.

Exigências de forma

_ A resenha deve ser pequena, ocupando geralmente até três laudas de papel A4 com  espaçamento duplo;
_ A resenha é um texto corrido, isto é, não devem ser feitas separações físicas entre as  partes da resenha (com a subdivisão do texto em resumo, análise e julgamento, por exemplo);
_ A resenha deve sempre indicar a obra que está sendo resenhada.

Fonte: www.ronaldomartins.pro.br
www.ucb.br

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Conversando sobre Ética

O homem vive em sociedade, convive com outros homens e, portanto, cabe-lhe pensar e responder à seguinte pergunta: “Como devo agir perante os outros?”. Trata-se de uma pergunta fácil de ser formulada, mas difícil de ser respondida. Ora, esta é a questão central da Moral e da Ética. Moral e ética, às vezes, são palavras empregadas como sinônimos: conjunto de princípios ou padrões de conduta. Ética pode também significar Filosofia da Moral, portanto, um pensamento reflexivo sobre os valores e as normas que regem as condutas humanas. Em outro sentido, ética pode referir-se a um conjunto de princípios e normas que um grupo estabelece para seu exercício profissional (por exemplo, os códigos de ética dos médicos, dos advogados, dos psicólogos, etc.). Em outro sentido, ainda, pode referir-se a uma distinção entre princípios que dão rumo ao pensar sem, de antemão, prescrever formas precisas de conduta (ética) e regras precisas e fechadas (moral). Finalmente, deve-se chamar a atenção para o fato de a palavra “moral” ter, para muitos, adquirido sentido pejorativo, associado a “moralismo”. Assim, muitos preferem associar à palavra ética os valores e regras que prezam, querendo assim marcar diferenças com os “moralistas”.



Seria um erro pensar que, desde sempre, os homens têm as mesmas respostas para questões desse tipo. Com o passar do tempo, as sociedades mudam e também mudam os homens que as compõem. Na Grécia antiga, por exemplo, a existência de escravos era perfeitamente legítima: as pessoas não eram consideradas iguais entre si, e o fato de umas não terem liberdade era considerado normal. Outro exemplo: até pouco tempo atrás, as mulheres eram consideradas seres inferiores aos homens, e, portanto, não merecedoras de direitos iguais (deviam obedecer a seus maridos). Outro exemplo ainda: na Idade Média, a tortura era considerada prática legítima, seja para a extorsão de confissões, seja como castigo. Hoje, tal prática indigna a maioria das pessoas e é considerada imoral. Portanto, a moralidade humana deve ser enfocada no contexto histórico e social. Por consequência, um currículo escolar sobre a ética pede uma reflexão sobre a sociedade contemporânea na qual está inserida a escola; no caso, o Brasil do século XX.
As pessoas não nascem boas ou ruins; é a sociedade, quer queira, quer não, que educa moralmente seus membros, embora a família, os meios de comunicação e o convívio com outras pessoas tenham influência marcante no comportamento da criança. E, naturalmente, a escola também tem. É preciso deixar claro que ela não deve ser considerada onipotente, única instituição social capaz de educar moralmente as novas gerações.
Diz-se que uma pessoa possui um valor e legitima as normas decorrentes quando, sem controle externo, pauta sua conduta por elas. Por exemplo, alguém que não rouba por medo de ser preso não legitima a norma “não roubar”: apenas a segue por medo do castigo e, na certeza da impunidade, não a seguirá. Em compensação, diz-se que uma pessoa legitima a regra em questão ao segui-la independentemente de ser surpreendida, ou seja, se estiver intimamente convicta de que essa regra representa um bem moral.



O que os alunos deveriam assimilar e acomodar diante de discussões sobre ética seria isso aqui e mais um pouco. Vejamos:
• compreender o conceito de justiça baseado na equidade e sensibilizar-se pela necessidade da construção de uma sociedade justa;
• adotar atitudes de respeito pelas diferenças entre as pessoas, respeito esse necessário ao convívio numa sociedade democrática e pluralista;
• adotar, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças e discriminações;
• compreender a vida escolar como participação no espaço público, utilizando e aplicando os conhecimentos adquiridos na construção de uma sociedade democrática e solidária;
• valorizar e empregar o diálogo como forma de esclarecer conflitos e tomar decisões coletivas;
• construir uma imagem positiva de si, o respeito próprio traduzido pela confiança em sua capacidade de escolher e realizar seu projeto de vida e pela legitimação das normas morais que garantam, a todos, essa realização;
• assumir posições segundo seu próprio juízo de valor, considerando diferentes pontos de vista e aspectos de cada situação.

Fonte:
portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro082.pdf .acessado em 02/09/2011 – adaptado.