Leve Além...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Pequenas contribuições: Filosofia 1º ano
LEGADO DA FILOSOFIA
Caráter
crítico
|
As teorias não eram formuladas de forma dogmática, como
verdades absolutas e definitivas, mas como passíveis de serem discutidas, de
suscitarem divergências, de permitirem formulações alternativas. Ex: Escola
de Mileto.
|
Leis
necessárias e universais
|
Os conhecimentos não precisariam ser
revelados por divindades; Por sua própria força e capacidade, o pensamento
humano pode alcançá-los.
|
Tendência
à racionalidade
|
A razão e somente a razão, com seus princípios
e regras, é o critério da explicação de alguma coisa. O que implica afirmar a
recusa de explicações preestabelecidas, ou seja, colocado um problema, sua
solução é submetida à análise, à crítica, à demonstração.
|
Tendência
à generalização
|
Mostrar que uma explicação tem validade para muitas
coisas diferentes porque, sob a variação percebida pelos órgãos dos sentidos,
o pensamento generaliza porque abstrai, isto é, separa e reúne os traços
semelhantes - síntese;
ou perceber coisas diferentes como se fossem a mesma coisa. Nesse caso,
separando as diferenças o pensamento pode realizar uma análise.
|
O
necessário e o contingente
|
Os acontecimentos naturais e humanos são necessários,
porque obedecem a leis naturais, mas também podem ser contingentes, quando
dependem das deliberações dos homens, o que nos permite evitar o fatalismo –
“tudo é necessário, temos que nos conformar” -, mas também evita a ilusão de
que podemos tudo quanto quisermos, se alguma força extranatural nos ajudar,
pois a natureza segue leis necessárias que podemos conhecer, e nem tudo é
possível, por mais que o queiramos.
|
IMPORTÂNCIA DA FILOSOFIA
A contribuição específica da filosofia que se coloca a serviço de todas as liberdades, é a
de minar, pelas análises que ela opera e pelas
ações que desencadeia, as instituições repressivas e
simplificadoras: quer se trate da ciência, da educação, da família, da
polícia, da política . . . A verdade perseguida pela
filosofia é por a nu aquilo que estava escondido, e aí reside a VOCAÇÃO DO FILÓSOFO: o desvelamento do
que está encoberto pelo costume, pelo convencional, pelo poder. Descobrir a
verdade, entretanto, é ter a coragem de enfrentar as formas estagnadas do poder
que tentam manter o status quo, é
aceitar o desafio da mudança. SABER
PARA TRANSFORMAR!
Aproveitem as férias forçadas
Com a greve dos professores, aproveitem para visitar alguns blogs que podem ser interessantes:
Acessem: http://ghiraldelli.wordpress.com/
Muito bom para refletir e aprender filosofia.
http://filosofilme.blogspot.com.br/
Blog sobre filmes.
Outros que podem servir:
http://ghiraldelli.wordpress.com/2008/07/12/platao-dantas-e-nossos-juizes/
http://ghiraldelli.wordpress.com/2008/07/01/mapa-introdutorio-das-teorias-da-verdade/
http://ghiraldelli.wordpress.com/2008/04/12/o-que-e-a-filosofia-em-menos-de-3-mil-palavras/
http://ghiraldelli.wordpress.com/2007/11/12/os-grandes-paradigmas-filosoficos/
http://ghiraldelli.wordpress.com/2007/11/19/205/
O que é conhecimento?
http://ghiraldelli.wordpress.com/2007/11/21/ciencia-e-filosofia/
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O que é conhecimento?
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domingo, 8 de abril de 2012
Dicas para a resenha crítica - Filme: Treino para vida
Resenha é uma produção textual, por meio da qual o autor faz uma breve apreciação, e uma descrição a respeito
de acontecimentos culturais (como uma feira de livros, por exemplo) ou
de obras (cinematográficas, musicais, teatrais ou literárias), com o
objetivo de apresentar o objeto (acontecimento ou obras), de forma
sintetizada, apontando, guiando e convidando o leitor (ou espectador) a
conhecer tal objeto na integra, ou não (resenha crítica).
Uma resenha deve conter uma análise e um julgamento (de verdade ou de valor).
Uma resenha pode ser:
* Descritiva
É o caso dos resumos de livros técnicos, também
chamada de resenha técnica ou cientifica. A apreciação, ou o julgamento
em uma resenha descritiva julga as idéias do autor, a consistência e a
pertinência de suas colocações, ao longo da descrição da obra, ou seja,
trata-se de um julgamento de verdade.
* Crítica ou opinativa
Nesse tipo de resenha o conteúdo
apresentado é um pouco mais detalhado do que na resenha descritiva, pois
os critérios de julgamento são de valor, de beleza da forma, estilo do
objeto (acontecimento ou obra). A exploração um pouco maior dos detalhes
ocorre devido à necessidade
de que o autor da resenha fundamente suas críticas, sejam elas
positivas ou negativas, utilizando outros autores que trabalharam o
mesmo tema.
Antes da produção da resenha de um livro – por exemplo – devem ser seguidos os seguintes passos:
- Leitura e reflexão sobre o texto do qual será feito a resenha, sendo que muitas vezes são necessárias leituras complementares para um melhor entendimento do tema.
- Resumo da obra, no qual deverão ficar clara as idéias principais do
autor. Este resumo será a base para a resenha, mas não ela.
- Selecionar dentre as idéias principais, uma que será destacada, e até aprofundada (no caso das resenhas críticas).
- Emitir um julgamento de verdade (resenha descritiva) ou de valor
(resenha crítica), sendo necessária a fundamentação no caso da resenha
crítica.
- Elaborar a resenha a partir dos passos anteriores, sendo que a
organização do texto fica a critério do autor. A resenha deve conter,
ainda, uma brevíssima identificação do autor da obra (vida e outras
obras). Ao fim da resenha, o autor da mesma deve se identificar.
Alguns autores indicam ainda outro tipo de resenha, chamada pelos
mesmos de resenhas temáticas. Nesse caso, são apresentados vários textos
e autores que falam sobre o mesmo tema, fazendo as devidas referências.
Inglês 1º ano - Semana de 15 a 20 de abril
Plural dos Substantivos - Plural of Nouns
REGRA GERAL:
À semelhança do Português, a maioria dos substantivos tem seu plural formado a partir do acréscimo de "s" ao seu singular:
one pencil (um lápis)
|
eighteen pencils (dezoito lápis)
|
one car (um carro)
|
a garage full of cars (uma garagem cheia de carros)
|
book - books (livros)
cat - cats (gatos)
computer - computers (computadores)
cup - cups (xícaras)
garden - gardens (jardins)
sweatshirt - sweatshirts (blusões de moletom)
table - tables (mesas)
week - weeks (semanas)
cat - cats (gatos)
computer - computers (computadores)
cup - cups (xícaras)
garden - gardens (jardins)
sweatshirt - sweatshirts (blusões de moletom)
table - tables (mesas)
week - weeks (semanas)
Exceções? Não poderia deixar de
haver! E se pensarmos nos nossos substantivos em Português, veremos que
também existem exceções na formação de seu plural, o que chamamos de
plurais irregulares:
rim - rins
anel - anéis
barril - barris
cachecol - cachecóis
anel - anéis
barril - barris
cachecol - cachecóis
A seguir, apresentamos uma relação desses casos especiais de formação do plural em Inglês:
1. Substantivos que terminam em ch, s, ss, sh, x, z e a maioria dos substantivos que terminam em o: acrescenta-se es no final. Exemplos:
one dress - a rack of dresses (uma estante de roupas)
one buzz - many buzzes of many bees (muitos zunidos de muitas abelhas)
one buzz - many buzzes of many bees (muitos zunidos de muitas abelhas)
1.1. -ch:
church - churches (igrejas)
match - matches (fósforos)
watch - watches (relógios)
church - churches (igrejas)
match - matches (fósforos)
watch - watches (relógios)
Exceções: Substantivos que terminam em ch com som de /K/: acrescenta-se apenas s
conch - conchs (conchas)
monarch - monarchs (monarcas)
patriarch - patriarchs (patriarcas)
stomach - stomachs (estômagos)
conch - conchs (conchas)
monarch - monarchs (monarcas)
patriarch - patriarchs (patriarcas)
stomach - stomachs (estômagos)
1.2. -s:
bus - buses (ônibus)
1.3. -ss:bus - buses (ônibus)
class - classes (aulas)
glass - glasses (copos)
kiss - kisses (beijos)
1.4. -sh:
brush -brushes (escovas)
crash - crashes (colisões)
flash - flashes (lampejos)
wish - wishes (desejos)
1.5. -x:
box - boxes (caixas)
fox - foxes (raposas)
1.6. -z:
topaz - topazes (topázios)
topaz - topazes (topázios)
Exceção: A maioria dos substantivos terminados em somente um z, no entanto, tem plural em -zzes. Exemplo: quiz - quizzes
1.7. -o:
echo - echoes (ecos)
superhero - superheroes (super-heróis)
potato - potatoes (batatas)
tomato - tomatoes (tomates)
echo - echoes (ecos)
superhero - superheroes (super-heróis)
potato - potatoes (batatas)
tomato - tomatoes (tomates)
Exceções: Nas formas reduzidas e nos vocábulos de origem estrangeira terminados em o, porém, acresecenta-se apenas s:
avocado - avocados (abacates)
cello - cellos (violoncelos)
commando - commandos (comandos)
dynamo - dynamos (dínamos)
Eskimo - Eskimos (Esquimós)
ghetto - ghettos (guetos)
kilo - kilos (quilos)
libretto - librettos (libretos)
logo - logos (logotipos)
magneto - magnetos (magnetos)
photo - photos (fotos)
piano - pianos
portfolio - portfolios
radio - radios (rádios)
solo - solos (solos)
soprano - sopranos (sopranos)
studio - studios (estúdios)
tango - tangos (tangos)
video - videos (vídeos)
virtuoso - virtuosos (virtuosos)
- As palavras a seguir podem ter o plural em -s ou -es; -es é mais comum:avocado - avocados (abacates)
cello - cellos (violoncelos)
commando - commandos (comandos)
dynamo - dynamos (dínamos)
Eskimo - Eskimos (Esquimós)
ghetto - ghettos (guetos)
kilo - kilos (quilos)
libretto - librettos (libretos)
logo - logos (logotipos)
magneto - magnetos (magnetos)
photo - photos (fotos)
piano - pianos
portfolio - portfolios
radio - radios (rádios)
solo - solos (solos)
soprano - sopranos (sopranos)
studio - studios (estúdios)
tango - tangos (tangos)
video - videos (vídeos)
virtuoso - virtuosos (virtuosos)
buffalo
|
buffalo(e)s (búfalo)
|
||
mosquito - mosquito(e)s
|
|||
tornado
|
tornado(e)s
|
||
|
volcano - volcano(e)s (vulcões)
|
|||
2. Substantivos que terminam em vogal + y: acrescenta-se somente -s no final. Exemplos:
boy - boys (meninos)
day - days (dias)
donkey - donkeys (burros)
essay - essays (ensaios)
guy - guys (caras, sujeitos, rapazes)
key - keys (chaves)
monkey - monkeys (macacos)
play - plays (peças)
toy - toys (brinquedos)
Exceção: o plural da palavra soliloquy (monólogo) não segue essa regra, ficando soliloquies.
3. Substantivos que terminam em consoante + y: retira-se o y e acrescenta-se -ies. Observe:
| baby (bebê) |
|
babies | ||||||
| body (corpo) | bodies | |||||||
| city (cidade) | cities | |||||||
| country (país) | countries | |||||||
| dictionary (dicionário) | dictionaries | |||||||
| family (família) | families | |||||||
| ferry (balsa) | ferries | |||||||
| fly (mosca) | flies | |||||||
| lady (senhora, dama) | ladies | |||||||
| party (festa) | parties | |||||||
| sky (céu) | skies | |||||||
| story (narrativa) | stories |
Inglês 1ºano - Semana de 08 a 13 de abril
Pronomes Adjetivos e Substantivos - Possessive Adjectives and Possessive Pronouns
Em Inglês há um adjetivo e um pronome possessivo
para cada pronome pessoal. Os pronomes e os adjetivos possessivos
existentes na Língua Inglesa são os que se encontram no quadro abaixo.
| Pronomes Possessivos Adjetivos Possessive Adjectives | Pronome Possessivos Substantivos Possessive Pronouns |
| my (meu, minha) | mine [(o) meu, (a) minha] |
| your (teu, tua, seu, sua) | yours [(o) teu, (a) tua, (o) seu, (a) sua] |
| his (dele) | his [(o)/(a) dele] |
| her (dela) | hers [(o)/(a) dela] |
| its [dele, dela (neutro)] | its [(o)/(a) dele, (o)/(a) dela (neutro)] |
| our (nosso, nossa) | ours [(o) nosso, (a) nossa] |
| your (vosso, vossa, seu, sua, de vocês) | yours [(o) vosso, (a) vossa, (o) seu, (a) sua] |
| their [deles, delas (neutro)] | theirs [(o)/(a) deles, (o)/(a) delas (neutro)] |
Veja mais detalhadamente cada um desses pronomes:
1. Pronomes Possessivos Adjetivos (Possessive Adjectives):
Os adjetivos possessivos modificam substantivos, portanto aparecem sempre acompanhados de substantivos.
a) Os Pronomes Possessivos Adjetivos (Possessive Adjectives) precedem substantivos.
My jacket is new. (Minha jaqueta é nova.)
Our car is red. (Nosso carro é vermelho.)
|
This is your pencil. [Este é (o) seu lápis.]
|
b) Os Adjetivos Possessivos (Possessive Adjectives), em Inglês, não se flexionam, ou seja, valem tanto para o singular como para o plural. Isso
não ocorre na Língua Portuguesa, onde os Pronomes Possessivos Adjetivos
se flexionam e mudam sua forma do singular para o plural.
This is our book. [Este é (o) nosso livro.]
These are our books. [Estes são (os) nossos livros.]
This is your book. [Este é (o) seu livro.]
These are your books. [Estes são (os) seus livros.]
c) Em inglês, nunca se usa artigo (the, a, an) na frente dos pronomes possessivos.
(NUNCA FALE): the my book (o meu livro); the her car is black (o carro dela é preto)
| LEMBRAR: O Pronome Possessivo Adjetivo (Possessive Adjective) está sempre diretamente ligado a um substantivo. |
2. Pronomes Possessivos Substantivos (Possessive Pronouns):
a) Os Pronomes Possessivos (Possessive Pronouns) nunca são usados antes de substantivo, pois sua função é substitui-lo a fim de evitar repetição.
Compare estas duas frases:
Is that car your car? (Aquele carro é o seu carro?)
Is that car yours? (Aquele carro é o seu?)
b) Os Pronomes Possessivos (Possessive Pronouns),
em Inglês, concordam sempre com o possuidor, diferentemente do
Português, em que a concordância se faz com a coisa (pessoa, animal,
objeto) possuída.
I have my house and you have yours. (Eu tenho a minha casa e você tem a sua.)
The country and its inhabitants. (O país e seus habitantes.)
c) Os Pronomes Possessivos (Possessive Pronouns), em Inglês, não se flexionam, ou seja, valem tanto para o singular como para o plural. Isso
não ocorre na Língua Portuguesa, onde os Pronomes Possessivos
Substantivos se flexionam e mudam sua forma do singular para o plural.
This copybook is ours. (Este caderno é nosso.)
These copybooks are ours. (Estes cadernos são nossos.)
This car is mine. (Este carro é meu.)
These cars are mine. (Estes carros são meus.)
d) Os Pronomes Possessivos (Possessive Pronouns) podem ser usados em construções com a preposição of.
Daniel and John are friends of ours. (Daniel e João são nossos amigos.)
She is a relative of his. (Ela é parente dele.)
He was an enemy of hers. (Ele era um inimigo dela.)
e) Em inglês, nunca se usa artigo (the, a, an) na frente dos pronomes possessivos.
(NUNCA FALE): My songs are good, but not like the his. (Minhas músicas são boas, mas não como as dele).
domingo, 4 de março de 2012
Atividade de Ed. Física 9º ano
Questão 01
O que é Doping?
Questão 02
O que são anfetaminas?
Questão 03
O que é ética?
Questão 04
Porque o Doping é uma questão ética?
Questão 05
Porque as posições/considerações feitas no texto são antagônicas?
Questão 06
O que é testosterona?
O que é Doping?
Questão 02
O que são anfetaminas?
Questão 03
O que é ética?
Questão 04
Porque o Doping é uma questão ética?
Questão 05
Porque as posições/considerações feitas no texto são antagônicas?
Questão 06
O que é testosterona?
Repostando Ed. Física 9º ano
Doping
Também
chamado de “dopagem” é a administração ilícita de uma droga estimulante ou
estupefaciente com vistas a suprimir temporariamente a fadiga, aumentar ou
diminuir a velocidade, melhorar ou piorar a atuação de um animal ou esportista.
A comissão médica do comitê olímpico internacional instituiu durante os jogos olímpicos do México (1968) a aplicação de testes anti-dopagem sistemáticos, decidindo que seriam excluídos dos jogos os atletas comprovadamente dopados.
A comissão médica do comitê olímpico internacional instituiu durante os jogos olímpicos do México (1968) a aplicação de testes anti-dopagem sistemáticos, decidindo que seriam excluídos dos jogos os atletas comprovadamente dopados.
Imagine esta cena: um halterofilista se prepara para
tentar um levantamento de 160 kg. Ele caminha para o recipiente com magnésio,
passa um pouco nas mãos e pega a barra. Levanta-a com dificuldade até ao
pescoço, arfa de esforço enquanto prepara o segundo passo do levantamento, mas
depois de iniciar o movimento para levantar a barra por cima da cabeça, o
músculo que rodeia a omoplata direita cede violentamente, desprotegendo a coluna
do atleta.
A carreira desse halterofilista foi interrompida nesse instante. O impacto de 160 kg o atirou irremediavelmente em uma cama de hospital, tetraplégico. A conclusão do inquérito imediatamente instaurado não deixou espaço para dúvidas: as constantes ingestões de anabolizantes "esticaram" o músculo de tal maneira que, numa situação de esforço, este rompeu-se brutalmente.
Moral da história: os anabolizantes, que anos antes haviam adquirido virtudes de poção mágica, provaram a sua falibilidade.
Esse acontecimento não foi inventado por ninguém. É a história verídica de um atleta finlandês que estava disputando um campeonato mundial e viu sua carreira de vitórias e conquistas ser destruída em poucos segundos. Tudo porque ele, em vez de melhorar seu desempenho através de treinamento, utilizou um meio ilegal.
Infelizmente, nas academias a coisa não está muito diferente. Muitos garotos estão tentando ficar mais fortes usando substâncias químicas que aumentam seu desempenho de uma maneira antinatural.
A carreira desse halterofilista foi interrompida nesse instante. O impacto de 160 kg o atirou irremediavelmente em uma cama de hospital, tetraplégico. A conclusão do inquérito imediatamente instaurado não deixou espaço para dúvidas: as constantes ingestões de anabolizantes "esticaram" o músculo de tal maneira que, numa situação de esforço, este rompeu-se brutalmente.
Moral da história: os anabolizantes, que anos antes haviam adquirido virtudes de poção mágica, provaram a sua falibilidade.
Esse acontecimento não foi inventado por ninguém. É a história verídica de um atleta finlandês que estava disputando um campeonato mundial e viu sua carreira de vitórias e conquistas ser destruída em poucos segundos. Tudo porque ele, em vez de melhorar seu desempenho através de treinamento, utilizou um meio ilegal.
Infelizmente, nas academias a coisa não está muito diferente. Muitos garotos estão tentando ficar mais fortes usando substâncias químicas que aumentam seu desempenho de uma maneira antinatural.
A primeira substancia criada pelo homem para
melhorar sua capacidade de rendimento foi a anfetamina,
desenvolvida na Alemanha no ano de 1938, marco a partir do qual inicia uma
incessante busca pela superação dos limites estabelecidos pelo próprio homem,
que no esporte recebem a denominação de recordes. Depois da anfetamina muitas
outras substancias desenvolvidas são usadas de forma ilícita para ampliar a
potencialidade dos esportistas. O caso dos atletas brasileiros trouxe essa
questão para a discussão novamente, mas no decurso da história foram muitos os
atletas que fizeram uso dessas drogas para melhorar seu rendimento e agilidade nas
competições.
O doping no esporte se configura pela utilização de
drogas consideradas ilícitas segundo a classificação da Agencia Mundial
Antidoping e pelo COI
– Comitê Olimpido Internacional. Estes dois órgãos mantém uma listagem
atualizada dos medicamentos e substancias consideradas proibidas para o consumo
de atletas, e portanto ilegais. Essas substâncias são divididas em cinco
classes principais que são os anabolizantes, os diuréticos, os hormônios, os
analgésicos narcóticos e os estimulantes, todos eles atuam no organismo humano
fazendo com que o corpo tenha maior rendimento e produzindo mais testosterona, no
entanto causam consequências e efeitos colaterais graves para os atletas. O uso
de qualquer substancia elencada pelo COI é caracterizado como uma infração dos
códigos disciplinares e éticos e portanto está sujeita a sanções aos
atletas, treinadores, médicos e dirigentes que porventura estejam envolvidos.
O
Doping no Esporte: questão de ética
As
notícias sensacionalistas sobre o doping no esporte de alto rendimento, têm
feito com que o fato seja conhecido por todos. Os grandes ídolos
flagrados, os casos de mortes precoces bem como os inesperados relatos e
publicações de ex-esportistas, fazem com que muitos treinadores, pedagogos
e professores de educação física preocupem-se com a abrangência do fato.
Já em 1990 a publicação “Desporto, Ética, Sociedade” (BENTO & MARQUES,
1990), relata em vários de seus artigos os diversos problemas e
conseqüências do uso de substâncias químicas utilizadas por competidores.
Por outro lado, o artigo intitulado “As dimensões inumanas do esporte de rendimento” (KUNZ, 1994), qualifica como inaceitáveis o uso de substâncias proibidas como também desqualifica o treinamento especializado precoce. A questão ética, prende-se ao fato comprovado que o doping provoca uma vantagem tão grande daqueles que utilizam sobre os que não fazem uso, que dificilmente um talento natural, por melhor que seja, conseguirá destacar-se no alto nível.
Nesta perspectiva, poderíamos discutir a questão das medalhas conquistadas sob suspeita de doping. A Revista Veja publicou em janeiro de 1998 um artigo intitulado “Medalhas sujas”, onde questiona muitos resultados alcançados em olimpíadas e campeonatos mundiais, pela extinta Alemanha Oriental: são 103 casos no atletismo e 86 na natação (masculino e feminino).
A pergunta é: como ficam os recordes obtidos nestas competições? Diga-se de passagem, que alguns destes recordes ainda estão em vigor. E os atletas que competiram estritamente dentro do regulamento, e poderiam ter vencido (ou legalmente venceram) estas provas, como ficam? A questão é absolutamente ÉTICA.
O que preocupa é o fato de que cada vez mais os atletas de diversas modalidades têm se valido de meios ilícitos para auferir vantagens nas diversas competições, e assim atendendo interesses de forma escusa.
Algumas substâncias são controladas nos exames antidoping, contudo cada vez mais surgem estudos que desenvolvem mecanismos para mascarar e dificultar a possibilidade de identificar o uso de substâncias proibidas, que favoreçam durante a competição e que posteriormente pode produzir tremendos prejuízos a saúde dos atletas.
Por outro lado, o artigo intitulado “As dimensões inumanas do esporte de rendimento” (KUNZ, 1994), qualifica como inaceitáveis o uso de substâncias proibidas como também desqualifica o treinamento especializado precoce. A questão ética, prende-se ao fato comprovado que o doping provoca uma vantagem tão grande daqueles que utilizam sobre os que não fazem uso, que dificilmente um talento natural, por melhor que seja, conseguirá destacar-se no alto nível.
Nesta perspectiva, poderíamos discutir a questão das medalhas conquistadas sob suspeita de doping. A Revista Veja publicou em janeiro de 1998 um artigo intitulado “Medalhas sujas”, onde questiona muitos resultados alcançados em olimpíadas e campeonatos mundiais, pela extinta Alemanha Oriental: são 103 casos no atletismo e 86 na natação (masculino e feminino).
A pergunta é: como ficam os recordes obtidos nestas competições? Diga-se de passagem, que alguns destes recordes ainda estão em vigor. E os atletas que competiram estritamente dentro do regulamento, e poderiam ter vencido (ou legalmente venceram) estas provas, como ficam? A questão é absolutamente ÉTICA.
O que preocupa é o fato de que cada vez mais os atletas de diversas modalidades têm se valido de meios ilícitos para auferir vantagens nas diversas competições, e assim atendendo interesses de forma escusa.
Algumas substâncias são controladas nos exames antidoping, contudo cada vez mais surgem estudos que desenvolvem mecanismos para mascarar e dificultar a possibilidade de identificar o uso de substâncias proibidas, que favoreçam durante a competição e que posteriormente pode produzir tremendos prejuízos a saúde dos atletas.
Podemos citar algumas substâncias proibidas e os riscos do doping decorrentes para a saúde. A EPO (eritropoietina) produz crescimento dos órgãos internos, sendo que nas mulheres produz aumento dos pêlos da face e com uso contínuo pode levar a pressão alta; Betabloqueadores (Acebutolol, Alprenolol, nadolol, oxprenolol, propanolol e sotalol) dificuldade de respiração; Esteróides Corticóides (dexametasona e hidrocortisona) produzem diabetes, glaucoma e problemas musculares; Analgésicos (buprenorfina, heroína, dextromoramida, metadona, morfina, pentazocina e petidina) causam problemas respiratórios, náusea e dependência; Diuréticos (acetazolamida, bumetanida e clortalidona) como riscos a saúde, causam desidratação, falência do fígado e cãibras; Estimulantes (anfetamina, cafeína, cocaína, efedrina e salbutamol) podem causar queda da pressão, batimento cardíaco irregular e dependência e os Esteróides Anabólicos (nandrolona, testosterona, estanozolol e mesterolona) o seu uso vem se tornando cada vez mais freqüente pelos jovens em academias de musculação e por atletas em todo o mundo, apesar de todas as recomendações médicas em contrário e do rigor das leis de controle de dopagem.
Essas substâncias são derivadas da testosterona, um hormônio sexual masculino que é fabricado pelos testículos. No homem, é produzido durante a vida inteira, mas principalmente por volta dos 11 a 13 anos, tendo como funções principais: a descida dos testículos para dentro dos escrotos, o crescimento dos testículos e do pênis, a distribuição dos pêlos, participação no crescimento ósseo, desenvolvimento da musculatura após a puberdade. Daí a definição de esteróides anabólicos (crescimento e desenvolvimento) e androgênicos (caracteres sexuais masculinos).
Os medicamentos sintéticos à base de testosterona aumentam as propriedades anabólicas e reduzem as propriedades androgênicas. Por causa desse efeito anabólico os atletas passaram a usá-lo para aumentar a massa muscular, o que leva a um aumento da força. Os atletas interessados nesse ganho rápido de força muscular aumentam a quantidade de proteínas na alimentação e realizam um super treinamento. Assim, os músculos retêm uma quantidade maior de proteína, hipertrofiam e, portanto, ficam mais fortes. Esse aumento da massa muscular diminui a massa de gordura e o peso do indivíduo aumenta, porque o músculo pesa mais que a gordura.
Entretanto, os atletas no desespero de melhora rápida da massa e da força, e na incessante luta por melhorar seus recordes, acabam por usar doses elevadas, algumas vezes com exagero e sem sentido. Em certos casos, as doses são tão altas que os músculos acabam ficando refratários a qualquer hipertrofia. Os riscos ocasionados são a impotência, problemas no fígado, descontrole hormonal masculino, e na mulher descontrole menstrual.
KUNZ (1994) relata casos da antiga Alemanha Oriental onde se aconselhava doses anuais de até 1000 mg em atletas adultos, porém haviam competidores que chegaram a ultrapassar 3000 mg/ano. Um caso assustador é da atleta arremessadora de peso Haidi Krieger, que com 18 anos chegou a ingerir 2590 mg/ano (p. 17). Devemos considerar que na mulher, o uso é muito perigoso, principalmente antes e durante a puberdade, pois produz parada de crescimento, aspecto masculino, engrossamento da voz, aumento da distribuição dos pêlos e aumento do clitóris.
No homem, os efeitos secundários são: Aumento das lesões traumatológicas dos tendões e dos ligamentos, porque o desenvolvimento dos músculos não é acompanhado do desenvolvimento dessas estruturas; diminuição da estatura; lesões do fígado, como hepatite e câncer; redução do tamanho dos testículos, redução na produção dos espermatozóides e lesões graves da próstata. A reversibilidade de qualquer desses efeitos negativos depende da quantidade usada, do tempo de uso, de características metabólicas individuais e da extensão das lesões. As modalidades que mais têm utilizado desse método são o halterofilismo, lutas, remo, atletismo e ciclismo.
Considerações Finais
Ao finalizar este ensaio, quero expor que o estudo não pretende apontar preceitos definitivos, mas indicar caminhos e reflexões para agir-se eticamente nas práticas esportivas. O tema que abordamos gera muita controvérsia no mundo esportivo; as posições normalmente encontradas são antagônicas.
De um lado, dirigentes esportivos, empresários e industriais do esporte e alguns técnicos, não demonstram qualquer tipo de preocupação com os aspectos éticos e morais abordados anteriormente. Entretanto, existem profissionais, quase sempre com formação acadêmica, que divergem e criticam os mecanismos e os processos utilizados por instituições e pela mídia em relação ao esporte de alto rendimento.
Em razão disso, esperamos ter contribuído e estimulado a outros profissionais a investir em pesquisas e estudos nesta área que no momento necessita maior profundidade, discussões e reflexões.
Autor: Dr. Rogério da Cunha Voser - ESEF/UFRGS
Verbos auxiliares no Presente
Estate
College Luiz Viana Filho
Student:__________________________________________Data:______/______/_____1ºano
___________ Teacher: ADSON MOREIRA
DE SOUZA - Discipline: English
ENGLISH ACTIVITY
Verbos Auxiliares:
Do/ Does/Don’t/Doesn’t
Do – To questions (Usado para perguntas )
Ex:
Do they speak english?
Eles
falam ingles?
Don’t – To negative
(Usado para negativas)
Quando houver I,
you, We, They
Ex:
I don’t smoke.
Eu não fumo.
Does – To questions
( Usado para perguntas )
Ex:
Does she speak English?
Ela fala ingles?
Doesn’t – To negative (
usado para negativas )
Quando houver He,
she, It
Ex:
She
doesn’t smoke.
Ela
não fuma.
Exercícios
A)
She ________ happy.
Ela não está feliz.
B)
He_________ hurt ayone.
Ele não faz mal a ninguém.
C)
__________ you are hungry.
Você está com fome?
D)
He ________ like to travel alone.
Ele não gosta de viajar sozinho.
Obs:
Quando
queremos fazer frases interrogativas e negativas ao mesmo tempo, é só colocar o
verbo auxiliar negativo ( don’t/ doesn’t) na frente do sujeito:
Ex:
Doesn’t He like to travel alone?
Ele
nao gosta de vijar sozinho.
Don’t you think I am right?
Você
não acha que estou certo?
Doesn’t Mary teach math?
Mary
não dá aulas de matematica?
Don’t they live near here?
Eles
não moram aqui perto?
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