Leve Além...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Edital do concurso de Joaõ Dourado já saiu...

Pequenas contribuições: Filosofia 1º ano


LEGADO DA FILOSOFIA


Caráter crítico
As teorias não eram formuladas de forma dogmática, como verdades absolutas e definitivas, mas como passíveis de serem discutidas, de suscitarem divergências, de permitirem formulações alternativas. Ex: Escola de Mileto.
Leis necessárias e universais

Os conhecimentos não precisariam ser revelados por divindades; Por sua própria força e capacidade, o pensamento humano pode alcançá-los.

Tendência à racionalidade
A razão e somente a razão, com seus princípios e regras, é o critério da explicação de alguma coisa. O que implica afirmar a recusa de explicações preestabelecidas, ou seja, colocado um problema, sua solução é submetida à análise, à crítica, à demonstração.
Tendência à generalização
Mostrar que uma explicação tem validade para muitas coisas diferentes porque, sob a variação percebida pelos órgãos dos sentidos, o pensamento generaliza porque abstrai, isto é, separa e reúne os traços semelhantes - síntese; ou perceber coisas diferentes como se fossem a mesma coisa. Nesse caso, separando as diferenças o pensamento pode realizar uma análise.


O necessário e o contingente

Os acontecimentos naturais e humanos são necessários, porque obedecem a leis naturais, mas também podem ser contingentes, quando dependem das deliberações dos homens, o que nos permite evitar o fatalismo – “tudo é necessário, temos que nos conformar” -, mas também evita a ilusão de que podemos tudo quanto quisermos, se alguma força extranatural nos ajudar, pois a natureza segue leis necessárias que podemos conhecer, e nem tudo é possível, por mais que o queiramos.


IMPORTÂNCIA DA FILOSOFIA

A contribuição específica da filosofia que se coloca a serviço de todas as liberdades, é a de minar, pelas análises que ela opera e pelas ações que desencadeia, as instituições repressivas e simplificadoras: quer se trate da ciência, da educação, da família, da polícia, da política . . . A verdade perseguida pela filosofia é por a nu aquilo que estava escondido, e aí reside a VOCAÇÃO DO FILÓSOFO: o desvelamento do que está encoberto pelo costume, pelo convencional, pelo poder. Descobrir a verdade, entretanto, é ter a coragem de enfrentar as formas estagnadas do poder que tentam manter o status quo, é aceitar o desafio da mudança. SABER PARA TRANSFORMAR! 

Aproveitem as férias forçadas

domingo, 8 de abril de 2012

Dicas para a resenha crítica - Filme: Treino para vida

Resenha

Por Thais Pacievitch 
 
Resenha  é uma produção textual, por meio da qual o autor faz uma breve apreciação, e uma descrição a respeito de acontecimentos culturais (como uma feira de livros, por exemplo) ou de obras (cinematográficas, musicais, teatrais ou literárias), com o objetivo de apresentar o objeto (acontecimento ou obras), de forma sintetizada, apontando, guiando e convidando o leitor (ou espectador) a conhecer tal objeto na integra, ou não (resenha crítica).
Uma resenha deve conter uma análise e um julgamento (de verdade ou de valor).
Uma resenha pode ser:

* Descritiva  

É o caso dos resumos de livros técnicos, também chamada de resenha técnica ou cientifica. A apreciação, ou o julgamento em uma resenha descritiva julga as idéias do autor, a consistência e a pertinência de suas colocações, ao longo da descrição da obra, ou seja, trata-se de um julgamento de verdade.

* Crítica ou opinativa 

Nesse tipo de resenha o conteúdo apresentado é um pouco mais detalhado do que na resenha descritiva, pois os critérios de julgamento são de valor, de beleza da forma, estilo do objeto (acontecimento ou obra). A exploração um pouco maior dos detalhes ocorre devido à necessidade de que o autor da resenha fundamente suas críticas, sejam elas positivas ou negativas, utilizando outros autores que trabalharam o mesmo tema.
Antes da produção da resenha de um livro – por exemplo – devem ser seguidos os seguintes passos:

- Leitura e reflexão sobre o texto do qual será feito a resenha, sendo que muitas vezes são necessárias leituras complementares para um melhor entendimento do tema.
- Resumo da obra, no qual deverão ficar clara as idéias principais do autor. Este resumo será a base para a resenha, mas não ela.

- Selecionar dentre as idéias principais, uma que será destacada, e até aprofundada (no caso das resenhas críticas).

- Emitir um julgamento de verdade (resenha descritiva) ou de valor (resenha crítica), sendo necessária a fundamentação no caso da resenha crítica.

- Elaborar a resenha a partir dos passos anteriores, sendo que a organização do texto fica a critério do autor. A resenha deve conter, ainda, uma brevíssima identificação do autor da obra (vida e outras obras). Ao fim da resenha, o autor da mesma deve se identificar.
Alguns autores indicam ainda outro tipo de resenha, chamada pelos mesmos de resenhas temáticas. Nesse caso, são apresentados vários textos e autores que falam sobre o mesmo tema, fazendo as devidas referências.

 

Inglês 1º ano - Semana de 15 a 20 de abril

Plural dos Substantivos - Plural of Nouns
REGRA GERAL:
À semelhança do Português, a maioria dos substantivos tem seu plural formado a partir do acréscimo de "s" ao seu singular:

one pencil (um lápis)
eighteen pencils (dezoito lápis)
one car (um carro)
a garage full of cars (uma garagem cheia de carros)

book - books (livros)
cat - cats (gatos)
computer - computers (computadores)
cup - cups (xícaras)
garden - gardens (jardins)
sweatshirt - sweatshirts (blusões de moletom)
table - tables (mesas)
week - weeks (semanas)
Exceções? Não poderia deixar de haver! E se pensarmos nos nossos substantivos em Português, veremos que também existem exceções na formação de seu plural, o que chamamos de plurais irregulares:
rim - rins
anel - anéis
barril - barris
cachecol - cachecóis
A seguir, apresentamos uma relação desses casos especiais de formação do plural em Inglês:

1. Substantivos que terminam em ch, s, ss, sh, x, z e a maioria dos substantivos que terminam em o: acrescenta-se es no final. Exemplos:
one dress - a rack of dresses (uma estante de roupas)
one buzz - many buzzes of many bees (muitos zunidos de muitas abelhas)
1.1. -ch:
church - churches (igrejas)
match - matches (fósforos)
watch - watches (relógios)
Exceções: Substantivos que terminam em ch com som de /K/: acrescenta-se apenas s
conch - conchs (conchas)
monarch - monarchs (monarcas)
patriarch - patriarchs (patriarcas)
stomach - stomachs (estômagos)
1.2. -s:
bus - buses (ônibus)
1.3. -ss:
class - class
es (aulas)
glass - glasses (copos)
kiss - kisses (beijos)
1.4. -sh:
brush -brush
es (escovas)
crash - crashes (colisões)
flash - flashes (lampejos)
wish - wishes (desejos)
1.5. -x:
box - boxes (caixas)
fox - foxes (raposas)

1.6. -z:
topaz - topazes (topázios)
Exceção: A maioria dos substantivos terminados em somente um z, no entanto, tem plural em -zzes. Exemplo: quiz - quizzes
1.7. -o:
echo - echoes (ecos)
superhero - superheroes (super-heróis)
potato - potatoes (batatas)
tomato - tomatoes (tomates)
Exceções: Nas formas reduzidas e nos vocábulos de origem estrangeira terminados em o, porém, acresecenta-se apenas s:
avocado - avocados (abacates)
cello - cellos (violoncelos)
commando - commandos (comandos)
dynamo - dynamos (dínamos)
Eskimo - Eskimos (Esquimós)
ghetto - ghettos (guetos)
kilo - kilos (quilos)
libretto - librettos (libretos)
logo - logos (logotipos)
magneto - magnetos (magnetos)
photo - photos (fotos)
piano - pianos
portfolio - portfolios
radio - radios (rádios)
solo - solos (solos)
soprano - sopranos (sopranos)
studio - studios (estúdios)
tango - tangos (tangos)
video - videos (vídeos)
virtuoso - virtuosos (virtuosos)
- As palavras a seguir podem ter o plural em -s ou -es; -es é mais comum:
buffalo
buffalo(e)s (búfalo)
mosquito - mosquito(e)s
tornado
tornado(e)s
volcano - volcano(e)s (vulcões)


2. Substantivos que terminam em vogal + y: acrescenta-se somente -s no final. Exemplos:
boy - boys (meninos)
day - days (dias)
donkey - donkeys (burros)
essay - essays (ensaios)
guy - guys (caras, sujeitos, rapazes)
key - keys (chaves)
monkey - monkeys (macacos)
play - plays (peças)
toy - toys (brinquedos)
Exceção: o plural da palavra soliloquy (monólogo) não segue essa regra, ficando soliloquies.

3. Substantivos que terminam em consoante + y: retira-se o y e acrescenta-se -ies. Observe:
baby (bebê)
=
  retira-se o y                        acrescenta-se -ies
babies
body (corpo) bodies
city (cidade) cities
country (país) countries
dictionary (dicionário) dictionaries
family (família) families
ferry (balsa) ferries
fly (mosca) flies
lady (senhora, dama) ladies
party (festa) parties
sky (céu) skies
story (narrativa) stories

Inglês 1ºano - Semana de 08 a 13 de abril

Pronomes Adjetivos e Substantivos - Possessive Adjectives and Possessive Pronouns
Em Inglês há um adjetivo e um pronome possessivo para cada pronome pessoal. Os pronomes e os adjetivos possessivos existentes na Língua Inglesa são os que se encontram no quadro abaixo.
Pronomes Possessivos Adjetivos Possessive Adjectives Pronome Possessivos Substantivos Possessive Pronouns
my (meu, minha) mine [(o) meu, (a) minha]
your (teu, tua, seu, sua) yours [(o) teu, (a) tua, (o) seu, (a) sua]
his (dele) his [(o)/(a) dele]
her (dela) hers [(o)/(a) dela]
its [dele, dela (neutro)] its [(o)/(a) dele, (o)/(a) dela (neutro)]
our (nosso, nossa) ours [(o) nosso, (a) nossa]
your (vosso, vossa, seu, sua, de vocês) yours [(o) vosso, (a) vossa, (o) seu, (a) sua]
their [deles, delas (neutro)] theirs [(o)/(a) deles, (o)/(a) delas (neutro)]

Veja mais detalhadamente cada um desses pronomes:
1. Pronomes Possessivos Adjetivos (Possessive Adjectives):
Os adjetivos possessivos modificam substantivos, portanto aparecem sempre acompanhados de substantivos.
a) Os Pronomes Possessivos Adjetivos (Possessive Adjectives) precedem substantivos.
My jacket is new. (Minha jaqueta é nova.)

Our car is red. (Nosso carro é vermelho.)

This is your pencil. [Este é (o) seu lápis.]

b) Os Adjetivos Possessivos (Possessive Adjectives), em Inglês, não se flexionam, ou seja, valem tanto para o singular como para o plural. Isso não ocorre na Língua Portuguesa, onde os Pronomes Possessivos Adjetivos se flexionam e mudam sua forma do singular para o plural.
This is our book. [Este é (o) nosso livro.]
These are our books. [Estes são (os) nossos livros.]
This is your book. [Este é (o) seu livro.]
These are your books. [Estes são (os) seus livros.]
c) Em inglês, nunca se usa artigo (the, a, an) na frente dos pronomes possessivos.
(NUNCA FALE): the my book (o meu livro); the her car is black (o carro dela é preto)

LEMBRAR: O Pronome Possessivo Adjetivo (Possessive Adjective) está sempre diretamente ligado a um substantivo.


2. Pronomes Possessivos Substantivos (Possessive Pronouns):
a) Os Pronomes Possessivos (Possessive Pronouns) nunca são usados antes de substantivo, pois sua função é substitui-lo a fim de evitar repetição.
Compare estas duas frases:
Is that car your car? (Aquele carro é o seu carro?)
Is that car yours? (Aquele carro é o seu?)

b) Os Pronomes Possessivos (Possessive Pronouns), em Inglês, concordam sempre com o possuidor, diferentemente do Português, em que a concordância se faz com a coisa (pessoa, animal, objeto) possuída.
I have my house and you have yours. (Eu tenho a minha casa e você tem a sua.)
The country and its inhabitants. (O país e seus habitantes.)

c) Os Pronomes Possessivos (Possessive Pronouns), em Inglês, não se flexionam, ou seja, valem tanto para o singular como para o plural. Isso não ocorre na Língua Portuguesa, onde os Pronomes Possessivos Substantivos se flexionam e mudam sua forma do singular para o plural.
This copybook is ours. (Este caderno é nosso.)
These copybooks are ours. (Estes cadernos são nossos.)
This car is mine. (Este carro é meu.)
These cars are mine. (Estes carros são meus.)

d) Os Pronomes Possessivos (Possessive Pronouns) podem ser usados em construções com a preposição of.
Daniel and John are friends of ours. (Daniel e João são nossos amigos.)
She is a relative of his. (Ela é parente dele.)
He was an enemy of hers. (Ele era um inimigo dela.)
e) Em inglês, nunca se usa artigo (the, a, an) na frente dos pronomes possessivos.
(NUNCA FALE): My songs are good, but not like the his. (Minhas músicas são boas, mas não como as dele).

domingo, 4 de março de 2012

Atividade de Ed. Física 9º ano

Questão 01
O que é Doping?

Questão 02
O que são anfetaminas?

Questão 03
O que é ética?

Questão 04
Porque o Doping é uma questão ética?

Questão 05
Porque as posições/considerações feitas no texto são antagônicas?

Questão 06
O que é testosterona? 




Repostando Ed. Física 9º ano


Doping 


Também chamado de “dopagem” é a administração ilícita de uma droga estimulante ou estupefaciente com vistas a suprimir temporariamente a fadiga, aumentar ou diminuir a velocidade, melhorar ou piorar a atuação de um animal ou esportista.
A comissão médica do comitê olímpico internacional instituiu durante os jogos olímpicos do México (1968) a aplicação de testes anti-dopagem sistemáticos, decidindo que seriam excluídos dos jogos os atletas comprovadamente dopados.
Imagine esta cena: um halterofilista se prepara para tentar um levantamento de 160 kg. Ele caminha para o recipiente com magnésio, passa um pouco nas mãos e pega a barra. Levanta-a com dificuldade até ao pescoço, arfa de esforço enquanto prepara o segundo passo do levantamento, mas depois de iniciar o movimento para levantar a barra por cima da cabeça, o músculo que rodeia a omoplata direita cede violentamente, desprotegendo a coluna do atleta.
A carreira desse halterofilista foi interrompida nesse instante. O impacto de 160 kg o atirou irremediavelmente em uma cama de hospital, tetraplégico. A conclusão do inquérito imediatamente instaurado não deixou espaço para dúvidas: as constantes ingestões de anabolizantes "esticaram" o músculo de tal maneira que, numa situação de esforço, este rompeu-se brutalmente.
Moral da história: os anabolizantes, que anos antes haviam adquirido virtudes de poção mágica, provaram a sua falibilidade.
Esse acontecimento não foi inventado por ninguém. É a história verídica de um atleta finlandês que estava disputando um campeonato mundial e viu sua carreira de vitórias e conquistas ser destruída em poucos segundos. Tudo porque ele, em vez de melhorar seu desempenho através de treinamento, utilizou um meio ilegal.
Infelizmente, nas academias a coisa não está muito diferente. Muitos garotos estão tentando ficar mais fortes usando substâncias químicas que aumentam seu desempenho de uma maneira antinatural.

A primeira substancia criada pelo homem para melhorar sua capacidade de rendimento foi a anfetamina, desenvolvida na Alemanha no ano de 1938, marco a partir do qual inicia uma incessante busca pela superação dos limites estabelecidos pelo próprio homem, que no esporte recebem a denominação de recordes. Depois da anfetamina muitas outras substancias desenvolvidas são usadas de forma ilícita para ampliar a potencialidade dos esportistas. O caso dos atletas brasileiros trouxe essa questão para a discussão novamente, mas no decurso da história foram muitos os atletas que fizeram uso dessas drogas para melhorar seu rendimento e agilidade nas competições.

O doping no esporte se configura pela utilização de drogas consideradas ilícitas  segundo a classificação da Agencia Mundial Antidoping e pelo COI – Comitê Olimpido Internacional. Estes dois órgãos mantém uma listagem atualizada dos medicamentos e substancias consideradas proibidas para o consumo de atletas, e portanto ilegais. Essas substâncias são divididas em cinco classes principais que são os anabolizantes, os diuréticos, os hormônios, os analgésicos narcóticos e os estimulantes, todos eles atuam no organismo humano fazendo com que o corpo tenha maior rendimento e produzindo mais testosterona, no entanto causam consequências e efeitos colaterais graves para os atletas. O uso de qualquer substancia elencada pelo COI é caracterizado como uma infração dos códigos disciplinares e éticos e portanto está sujeita a sanções aos  atletas, treinadores, médicos e dirigentes que porventura estejam envolvidos.




O Doping no Esporte: questão de ética

As notícias sensacionalistas sobre o doping no esporte de alto rendimento, têm feito com que o fato seja conhecido por todos. Os grandes ídolos flagrados, os casos de mortes precoces bem como os inesperados relatos e publicações de ex-esportistas, fazem com que muitos treinadores, pedagogos e professores de educação física preocupem-se com a abrangência do fato. Já em 1990 a publicação “Desporto, Ética, Sociedade” (BENTO & MARQUES, 1990), relata em vários de seus artigos os diversos problemas e conseqüências do uso de substâncias químicas utilizadas por competidores.

Por outro lado, o artigo intitulado “As dimensões inumanas do esporte de rendimento” (KUNZ, 1994), qualifica como inaceitáveis o uso de substâncias proibidas como também desqualifica o treinamento especializado precoce. A questão ética, prende-se ao fato comprovado que o doping provoca uma vantagem tão grande daqueles que utilizam sobre os que não fazem uso, que dificilmente um talento natural, por melhor que seja, conseguirá destacar-se no alto nível.

Nesta perspectiva, poderíamos discutir a questão das medalhas conquistadas sob suspeita de doping. A Revista Veja publicou em janeiro de 1998 um artigo intitulado “Medalhas sujas”, onde questiona muitos resultados alcançados em olimpíadas e campeonatos mundiais, pela extinta Alemanha Oriental: são 103 casos no atletismo e 86 na natação (masculino e feminino).

A pergunta é: como ficam os recordes obtidos nestas competições? Diga-se de passagem, que alguns destes recordes ainda estão em vigor. E os atletas que competiram estritamente dentro do regulamento, e poderiam ter vencido (ou legalmente venceram) estas provas, como ficam? A questão é absolutamente ÉTICA.

O que preocupa é o fato de que cada vez mais os atletas de diversas modalidades têm se valido de meios ilícitos para auferir vantagens nas diversas competições, e assim atendendo interesses de forma escusa.

Algumas substâncias são controladas nos exames antidoping, contudo cada vez mais surgem estudos que desenvolvem mecanismos para mascarar e dificultar a possibilidade de identificar o uso de substâncias proibidas, que favoreçam durante a competição e que posteriormente pode produzir tremendos prejuízos a saúde dos atletas.

Podemos citar algumas substâncias proibidas e os riscos do doping decorrentes para a saúde. A EPO (eritropoietina) produz crescimento dos órgãos internos, sendo que nas mulheres produz aumento dos pêlos da face e com uso contínuo pode levar a pressão alta; Betabloqueadores (Acebutolol, Alprenolol, nadolol, oxprenolol, propanolol e sotalol) dificuldade de respiração; Esteróides Corticóides (dexametasona e hidrocortisona) produzem diabetes, glaucoma e problemas musculares;  Analgésicos (buprenorfina, heroína, dextromoramida, metadona, morfina, pentazocina e petidina) causam problemas respiratórios, náusea e dependência; Diuréticos (acetazolamida, bumetanida e clortalidona) como riscos a saúde, causam desidratação, falência do  fígado e cãibras; Estimulantes (anfetamina, cafeína, cocaína, efedrina e salbutamol) podem causar queda da pressão, batimento cardíaco irregular e dependência e os Esteróides Anabólicos (nandrolona, testosterona, estanozolol e mesterolona) o seu uso vem  se tornando cada vez mais freqüente pelos jovens em academias de musculação e por atletas em todo o mundo, apesar de todas as recomendações médicas em contrário e do rigor das leis de controle de dopagem.

Essas substâncias são derivadas da testosterona, um hormônio sexual  masculino que é fabricado pelos testículos. No homem, é produzido durante a vida inteira, mas principalmente por volta dos 11 a 13 anos, tendo como funções principais: a descida dos testículos para dentro dos escrotos, o crescimento dos testículos e do pênis, a distribuição dos pêlos, participação no crescimento ósseo, desenvolvimento da musculatura após a puberdade. Daí a definição de esteróides anabólicos (crescimento e desenvolvimento) e androgênicos (caracteres sexuais masculinos).

Os medicamentos sintéticos à base de testosterona aumentam as propriedades anabólicas e reduzem as propriedades androgênicas. Por causa desse efeito anabólico os atletas passaram a usá-lo para aumentar a massa muscular, o que leva a um aumento da força. Os atletas interessados nesse ganho rápido de força muscular aumentam a quantidade de proteínas na alimentação e realizam um super treinamento. Assim, os músculos retêm uma quantidade maior de proteína, hipertrofiam e, portanto, ficam mais fortes. Esse aumento da massa muscular diminui a massa de gordura e o peso do indivíduo aumenta, porque o músculo pesa mais que a gordura.

Entretanto, os atletas no desespero de melhora rápida da massa e da força, e na incessante luta por melhorar seus recordes, acabam por usar doses elevadas, algumas vezes com exagero e sem sentido. Em certos casos, as doses são tão altas que os músculos acabam ficando refratários a qualquer hipertrofia. Os riscos ocasionados são a impotência, problemas no fígado, descontrole hormonal masculino, e na mulher descontrole menstrual.

KUNZ (1994) relata casos da antiga Alemanha Oriental onde se aconselhava doses anuais de até 1000 mg em atletas adultos, porém haviam competidores que chegaram a ultrapassar 3000 mg/ano. Um caso assustador é da atleta arremessadora de peso Haidi Krieger, que com 18 anos chegou a ingerir 2590 mg/ano (p. 17). Devemos considerar que na mulher, o uso é muito perigoso, principalmente antes e durante a puberdade, pois produz parada de crescimento, aspecto masculino, engrossamento da voz, aumento da distribuição dos pêlos e aumento do clitóris.

No homem, os efeitos secundários são: Aumento das lesões traumatológicas dos tendões e dos ligamentos, porque o desenvolvimento dos músculos não é acompanhado do desenvolvimento dessas estruturas; diminuição da estatura; lesões do fígado, como hepatite e câncer; redução do tamanho dos testículos, redução na produção dos espermatozóides e lesões graves da próstata. A reversibilidade de qualquer desses efeitos negativos depende da quantidade usada, do tempo de uso, de características metabólicas individuais e da extensão das lesões. As modalidades que mais têm utilizado desse método são o halterofilismo, lutas, remo, atletismo e ciclismo.

Considerações Finais

Ao finalizar este ensaio, quero expor que o estudo não pretende apontar preceitos definitivos, mas indicar caminhos e reflexões para agir-se eticamente nas práticas esportivas. O tema que abordamos gera muita controvérsia no mundo esportivo; as posições normalmente encontradas são antagônicas.

De um lado, dirigentes esportivos, empresários e industriais do esporte e alguns técnicos, não demonstram qualquer tipo de preocupação com os aspectos éticos e morais abordados anteriormente. Entretanto, existem profissionais, quase sempre com formação acadêmica, que divergem e criticam os mecanismos e os processos utilizados por instituições e pela mídia em relação ao esporte de alto rendimento.

Em razão disso, esperamos ter contribuído e estimulado a outros profissionais a investir em pesquisas e estudos nesta área que no momento necessita maior profundidade, discussões e reflexões.
           

Autor:  Dr. Rogério da Cunha Voser  - ESEF/UFRGS     

Verbos auxiliares no Presente


Estate College Luiz Viana Filho
Student:__________________________________________Data:______/______/_____1ºano ___________                                                                      Teacher: ADSON MOREIRA DE SOUZA    -   Discipline: English

ENGLISH ACTIVITY

Verbos Auxiliares:

Do/ Does/Don’t/Doesn’t

Do – To questions (Usado  para perguntas )

Ex:
Do they speak english?
Eles falam ingles?

Don’t – To negative (Usado para negativas)
Quando houver I, you, We, They

Ex:
I don’t smoke.
Eu não fumo.

Does – To questions ( Usado para perguntas )

Ex:
Does she speak English?
Ela fala ingles?

Doesn’t – To negative ( usado para negativas )
Quando houver He, she, It

Ex:
She doesn’t smoke.
Ela não fuma.

Exercícios

A) She ________ happy.
     Ela não está feliz.
B) He_________ hurt ayone.
    Ele não faz mal a ninguém.
C) __________ you are hungry.
    Você está com fome?
D) He ________ like to travel alone.
     Ele não gosta de viajar sozinho.

Obs:
Quando queremos fazer frases interrogativas e negativas ao mesmo tempo, é só colocar o verbo auxiliar negativo ( don’t/ doesn’t) na frente do sujeito:

Ex:
Doesn’t He like to travel alone?
Ele nao gosta de vijar sozinho.


Don’t you think I am right?
Você não acha que estou certo?

Doesn’t Mary teach math?
Mary não dá aulas de matematica?

Don’t they live near here?
Eles não moram aqui perto?